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11 de maio de 2021

Enxaguantes bucais podem diminuir a carga viral do coronavírus

imagem fechada de mãos segurando um enxaguante bucal azul: a da esquerda está virando a embalagem para que o líquido caia na da direita, onde está a tampa medidora. Ao fundo está uma pia branca com uma torneira de metal.

Pesquisas recentes têm mostrado que alguns tipos de enxaguantes bucais podem ser eficazes para diminuir a carga viral do coronavírus. É o que foi atestado em estudos preliminares da pesquisa feita pela Universidade Ruhr-Bochum da Alemanha, publicada no The Journal of Infectious Diseases, e por cientistas da Universidade de Cardiff, no Reino Unido. Confira o artigo e saiba todos os detalhes sobre essa descoberta!

Enxaguantes bucais e a Covid

A pesquisa alemã testou oito tipos de enxaguantes bucais, com diferentes fórmulas. Eles foram misturados às partículas virais por 30 segundos, para simular o efeito do gargarejo, e essa mistura foi aplicada em células do tipo Vero E6, que são receptoras do coronavírus. Como resultado, três deles reduziram a infecciosidade viral em até três ordens de magnitude.

Já um estudo britânico, defende que enxaguantes bucais com pelo menos 0,07% de CPC – Cloreto de Cetilpiridínio – se mostram promissores na erradicação da Covid-19, quando expostos ao vírus em laboratório. Ambas as pesquisas mostram indícios de que esse produto, projetado para combater doenças gengivais, também pode inativar o Sars-CoV-2 e outros tipos de coronavírus.

No entanto, essa descoberta ainda não foi testada em humanos, apenas no ambiente controlado dos laboratórios, com cepas isoladas da Covid.

Enxaguantes não impedem a reprodução do vírus

Um ponto importante e que deve ser ressaltado é que os enxaguantes bucais, de nenhuma forma, impedem a reprodução do vírus nas células humanas. Todavia, podem diminuir sua carga viral a curto prazo, uma vez que sua eficácia está diretamente ligada ao fato de as glândulas salivares serem os principais locais de reprodução e transmissão do coronavírus.

Como os enxaguantes agem na boca?

Os enxaguantes bucais se dividem em dois tipos principais: cosméticos e terapêuticos. Os enxaguantes cosméticos agem mascarando, ainda que temporariamente, o mau hálito. Com um sabor mentolado, eles são uma solução mais rápida.

Já os enxaguantes bucais terapêuticos, como os testados nas pesquisas sobre a Covid-19, têm compostos que matam as bactérias causadoras de odores e também alguns vírus, por causa de sua ação antisséptica. Desse modo, ajudam a reduzir a placa bacteriana e, justamente por isso, são mais eficazes na redução de doenças bucais e no controle do mau hálito. Aqueles produtos fluoretados, garantem ainda uma barreira extra, protegendo contra cáries.

Saúde bucal é essencial

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